Verdade Oculta

JOGO GEOPOLÍTICO

O JOGO GEOPOLÍTICO

A luta dos países desenvolvidos pela hegemonia mundial, assemelha-se a um jogo de xadrez. Mas por que os países lutam para ter supremacia sobre os demais? Na essência está a falta de confiança entre eles. Pois, pela lógica da cultura política, ficar para trás numa corrida pela hegemonia entre as nações, implica ser dominado, explorado e, na pior das hipóteses, ser escravizado e até mesmo aniquilado.
Para os países subdesenvolvidos resta se aliar e cooperar com o país desenvolvido que luta pela liderança hegemônica.
O cenário do mundo atual, apresenta o seguinte quadro: os Estados Unidos, a União Européia e o Japão formam uma aliança geral, são países centrais que dominam regiões periféricas, como a América Latina, África e Sudeste Asiático.Em oposição a essa configuração, temos a formação de uma aliança russia-chinesa que tenta encontrar brechas nas regiões periféricas dominadas pelos três centros de poder, para se contrapor a esse domínio. A criação dos BRICS é uma tentativa de romper com o atual modelo dominante, por exemplo: a criação de um banco comum dos BRICS, é uma tentativa de, pelos menos livrar esses países da dependência do FMI.
O Oriente Médio é um caso a parte, porque a região não foi dominada ideológicamente pelo americanismo como as demais, por isso, a intervenção militar e a fomentação de guerras civis, com mercenários se passando por rebeldes. Essa região está aberta à luta hegemônica entre o poder ocidental ( E.U.A e U.E) e o russo-chinês.
É importante ressaltar que, por trás do poder político do Estado nas nações ocidentais, principalmente os E.U.A, está a elite dominante – os illiminati, usando essas nações e os organismos internacionais para implantar a Nova Ordem Mundial.
Uma das facetas desse jogo de poder é não deixar escapar o país que já está dominado, não deixar o mesmo independente ou ir para o outro lado.
Por isso, há uma vigilância constante sobre as nações periféricas, qualquer sinal de desgarramento do sistema dominante, liga o alerta, e, é acionado as estratégias de sabotagem do país que quer ser mais independente.
Isso, aconteceu duas vezes com o Brasil, a primeira vez em 1.964, o país dava sinais de construir uma política independente do sistema capitalista central. Com a desculpa do perigo do comunismo, o país foi vítima de um golpe militar tradicional, isto é, pela força das armas. Agora, o golpe é o mesmo, mas mudou a estratégia, com a aliança da elite nacional, dos políticos, do judiciário e da mídia e, ainda com a ajuda externa oculta. Sob o manto da democracia, o golpe está sendo dado. Mas, isso é apenas o começo. O plano é destruir a economia, privatizar tudo o que for possível, transformar o país numa empresa /sa, mudar as leis trabalhistas e previdenciárias, tornando a população totalmente escrava e dominada por uma elite nacional que, ao mesmo tempo é submissa à elite internacional.
Assim, o país não consegue se desenvolver à margem do sistema hegemônico dominante, ou seja, é impedido de construir o seu próprio modelo de desenvolvimento, ficando submisso à Nova Ordem Mundia, que já vem pronta.