Verdade Oculta

Dúvidas

From: exxxxxxxxx@bol.com.br
Sent: Thursday, August 22, 2013 11:54 PM
To: rubens@verdadeoculta.com.br
Subject:Dúvidas

Então tenho me sentido muito confusa, com a maneira que eu vivo a minha vida..

Desde maio desse ano eu saí do contexto religioso e passei a frequentar um grupo de estudos bíblico, orações e ajuda ao próximo. Só que a cada estudo que fazemos, descobrimos que temos que levar uma vida muito a sério, com “regras” e muitas vezes temos que abrir mão “das coisas do mundo”.

Até que ponde devemos abrir mão das coisas do mundo?

Pelos nossos estudos, são muitas mudanças e isso acaba sendo um pouco difícil nos dias de hoje. E eu estou ficando maluca com essa ideia, pois gosto de estar entre amigos em barzinho, gosto de sair e me divertir, afinal sou jovem ainda. Só que o pessoal do meu grupo pega muito no pé, temos que nos reunir sempre aos sábados e domingos a noite, ás vezes tenho uma sensação de ainda vivermos, como vivíamos na religião.

RESPOSTA

Erica

Tudo é lícito dentro da ordem e da decência.

Uma vida de barzinho e diversões sem a medida certa, pode trazer mais prejuízo do que benefício.

A VIDA DEVE EXISTIR EM NOSSO FAVOR, MAS NUNCA EXISTIRMOS EM FAVOR DA VIDA.

Se isso lhe faz bem, que você use isso a seu favor
mas não faça disso uma prioridade, pois se assim for, você estará a favor dela.

Tudo deve ser feito dentro da medida certa.

Se não a vida da pessoa passa a se resumir naquilo.

Se isso se tornar um abismo, a tendencia é chamar outro abismo a si.

Tem que observar bem.

A Nossa diversão deve ser de modo que não escandalize ninguém
que não faça mal a ninguém
e não prejudique a nos nem a ninguém.

Assim tudo é permitido.

Sobre sua vida a respeito do Pai, ninguém pode te dizer o que fazer.
Mas caso você se sinta “maluca”, não custa te orientar no caminho a seguir.

Uma vida frequente de barzinho, certamente não vai dar no que presta…
Assim melhor é fujir da aparência do mal.

Se o seu circulo de amizade é baseado no barzinho, penso que você não está sendo sal, pois se fosse, faria a diferença lá.
Deste forma, não é culpa ou um mal causado pela religião que aprisiona.
A própria pessoa se aprisiona em um prazer fútil, que com o passar dos anos, se perceberá que era fútil.
Sendo religioso ou não, cada um de nos devemos observar nossos limites.
Por isso te digo que a ida ao barzinho é esporádica, a fim de desparecer… NOTA 1000
Isso não fará mal algum
Mas se isso se tornar um cotidiano, direi que saiu de uma religião, para entrar em outra.
Pois continuará presa, e dessa vez, presa a um habito que não edifica em nada, ou seja: não constrói em nada pra sua vida.

Falo como alguém que deduz, e o faz, por suas poucas palavras, mas não como alguém que sabe realmente do que se trata, pois isso, só você sabe.

Nao sei sua idade, local que mora
assim não tenho como avaliar melhor a situação.

Mas por amor a sua vida e a sua causa, parei para tentar te escrever essas linhas

Preciso dizer que IR A BARZINHO NÃO É PECADO
mas tenho que dizer que: FAZER DISSO UMA FREQUÊNCIA, IRA TE EXPOR A MUITOS PECADOS.

é isso.
Paz

Deixe uma resposta